Hard e Soft Skills: o que são e qual sua importância em um hackathon?

Alguns termos são bastante recorrentes no ecossistema dos hackathons, skill é um deles.

Talvez, para os leigos no assunto, pareça algo muito mais difícil do que realmente é mas, em tradução livre e no sentido mais literal de todos, skill nada mais é que a palavra em inglês para habilidade.

Em diversos setores profissionais, principalmente no tecnologia, as skills são separadas por hard e soft:

Hard: o “modo hard” dos videogames é sempre o mais difícil, certo? Tá aí uma analogia perfeita! As hard skills são habilidades mais técnicas, que levam tempo para ser conquistadas. 

De forma bastante resumida, são aptidões que você pode aprender estudando ou vivenciando em ambiente de trabalho. Basicamente, qualquer coisa que possa gerar algum tipo de diploma ou certificado.

Exemplos de hard skills que podem ser encontradas em um hackathon são: domínio em linguagens de programação; habilidades de codificação; experiência com ferramentas específicas; design UX; noção de inteligência artificial (AI) e pensamento analítico.

Soft: em tradução livre, soft skills são “habilidades macias”. Se comparadas às hard, elas são mais abstratas, subjetivas e pessoais. Têm a ver com a forma que cada um se relaciona e interage com o mundo e com as outras pessoas. As famosas habilidades interpessoais.

 

Há quem acredite que essas também podem ser aprendidas em cursos/salas de aula e quem defenda a ideia de que as soft skills são uma questão de personalidade ou que, no máximo, são desenvolvidas através das experiências ao longo da vida.

Exemplos de soft skills que podem ser encontradas em um hackathon são: empatia; comunicação; liderança; curiosidade; trabalho em equipe e gestão de conflitos.

Como esses dois mundos se encontram em um hackathon?

Os dois formatos de habilidade podem ser desenvolvidos durante um hackathon. Mesmo que as hard skills seja o pontapé inicial para estar em um ambiente de inovação e tecnologia, há sempre algo para aprender com as horas de trabalho e networking.

O mesmo vale para as soft skills, algumas são mais fortes em determinadas pessoas e facilmente identificáveis como, por exemplo, o famigerado “espírito de liderança”, mas outras são geradas através da convivência com o time e da imersão no ecossistema.

Durante um hackathon, a chave para explorar as skills da melhor forma é saber identificar em qual função cada pessoa se sairia melhor dentro das designadas para o time. Há sempre alguém que é mais comunicativo e/ou eloquente e que pode usar seu talento para deixar a apresentação mais atraente, por exemplo.

Só tome cuidado para que a certeza de uma skill não te cegue! Participar de um hackathon exige que o ego seja deixado de lado e a mente esteja aberta. Já repetimos aqui algumas vezes, mas não custa dizer novamente: você nunca sairá de mãos abanando de um hackathon!

Mesmo não ganhando um lugar no pódio, o conhecimento que você absorve durante um evento desses, seja de hard ou soft skills, vai grudar em você por osmose. Sério!

Um hackathon é um ambiente seguro para experimentar novas tecnologias, conhecer ferramentas e realçar suas habilidades de comunicação, colaboração, liderança, apresentação e etc. Tudo de grande relevância tanto para sua vida profissional quanto para a pessoal.

Vale lembrar que: você não precisa ser mestre em computação, programação ou codificação para participar de um evento como esse. Quanto mais diversidade nas capacitações, melhor! O que importa é estar a fim de se auto desafiar.

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